Em 1979, B.B. King viajou ao Brasil para participar de um tal Festival de Montreux, em São Paulo – depois dele, foi a vez de Buddy Guy e Junior Wells visitarem o país. E os três voltaram dizendo que espalharam por lá o gosto pelo nosso Blues. I ain’t gonna lie: depois disso, vi muitos brasileiros embarcando no trem: Celso Blues Boy, André Christovam, Blues Etílicos, Nuno Mindelis (que é angolano, mas radicado no Brasil), Fernando Noronha, Fred Sunwalk, Igor Prado, Alex Rossi, Marcos Ottaviano, Adriano Grineberg, Faiska, Duca Belintani, Big Joe Manfra, Solon Fishbone, Bebeco Garcia. Viram como quem conhece o Blues toma gosto pela coisa? I done told you!

Registros marcantes do blues no Brasil incluem Som na Guitarra (1984), de Celso Blues Boy, contendo os sucessos Aumenta Que Isso Aí é Rock and Roll e Blues Motel; os álbuns Mandinga e Água Mineral (ambos de 1989), respectivamente de André Christovam e Blues Etílicos; e os discos Texas Bound (1996) e Blues on the Outside (2000), do angolano radicado no Brasil Nuno Mindelis, que contaram com a participação do baterista Chris Layton e do baixista Tommy Shannon, músicos que acompanhavam o texano Stevie Ray Vaughan em turnês.

Em 2000 foi fundado o primeiro selo brasileiro dedicado ao estilo, o Blues Time Records. Hoje, diversas cidades do Brasil têm festivais regulares de blues, como Rio das Ostras, Búzios, Paraty, Guarujá, Caxias do Sul, Guaramiranga, Garanhuns e São Paulo.

Embora de nicho, a cena do blues em Santa Catarina já é bastante sólida: Beto Blues foi um dos pioneiros, misturando o blues com o rock; mas, a partir dos anos 2000, começaram a surgir bandas e artistas mais focados no blues tradicional e em seus subgêneros. Hoje em dia, alguns dos principais representantes do estilo no Estado são Marzio Lenzi (Blues-Rock), Cristiano Ferreira (Blues tradicional, Jump Blues, Texas Blues, Swing Jazz), The Headcutters (Chicago Blues) e Leo Maier (Blues tradicional, Jump Blues).

Registros marcantes do blues no Brasil incluem Som na Guitarra (1984), de Celso Blues Boy, contendo os sucessos Aumenta Que Isso Aí é Rock and Roll e Blues Motel; os álbuns Mandinga e Água Mineral (ambos de 1989), respectivamente de André Christovam e Blues Etílicos; e os discos Texas Bound (1996) e Blues on the Outside (2000), do angolano radicado no Brasil Nuno Mindelis, que contaram com a participação do baterista Chris Layton e do baixista Tommy Shannon, músicos que acompanhavam o texano Stevie Ray Vaughan em turnês.

Em 2000 foi fundado o primeiro selo brasileiro dedicado ao estilo, o Blues Time Records. Hoje, diversas cidades do Brasil têm festivais regulares de blues, como Rio das Ostras, Búzios, Paraty, Guarujá, Caxias do Sul, Guaramiranga, Garanhuns e São Paulo.

Embora de nicho, a cena do blues em Santa Catarina já é bastante sólida: Beto Blues foi um dos pioneiros, misturando o blues com o rock; mas, a partir dos anos 2000, começaram a surgir bandas e artistas mais focados no blues tradicional e em seus subgêneros. Hoje em dia, alguns dos principais representantes do estilo no Estado são Marzio Lenzi (Blues-Rock), Cristiano Ferreira (Blues tradicional, Jump Blues, Texas Blues, Swing Jazz), The Headcutters (Chicago Blues) e Leo Maier (Blues tradicional, Jump Blues).