Memphis Blues: animado e festeiro

Memphis Blues

Não sei se vocês conhecem o Vaudeville – é aquele estilo meio esquisito de onde saíram a literatura burlesca e os “circos de horror”, que nessa época eram moda. Os passageiros que desembarcavam na Memphis Blues gostavam desse estilo: faziam uma música animada e festeira, que até se parece um pouco com o jazz. E gosto de quem gosta de festa, I done told you! Eles também gostavam de improvisar: várias vezes vi os rapazes da Memphis Jug Band tocando com garrafas e tábuas de lavar roupa em vez de instrumentos musicais de verdade. Tábuas de lavar roupa, imagine, senhorita! Memphis Minnie também desembarcou por aqui, e foi uma das primeiras passageiras do Blues a fazer um solo de guitarra. E tivemos ainda BB King, Little Milton, Albert King, Little Jr Parker, Bobby Blue Band, Rosco Gordon, Ike Turner e Albert King.

Sabia que...

Curiosidade

Memphis Minnie

Memphis Minnie era o nome artístico de Lizzie Douglas, guitarrista, vocalista e compositora de blues cuja carreira durou de meados dos anos 1920 até os anos 1950. Minnie aprendeu a tocar o banjo aos dez anos de idade, e a guitarra aos onze, época em que começou a se apresentar em festas – aos treze, ela fugiu da casa da família, em Walls, Mississipi, para tentar a vida como artista em Memphis. Ao longo da carreira, Minnie gravou cerca de 200 canções, sendo as mais conhecidas Bumble Bee, Nothing in Rambling e Me and My Chauffeur Blues.

Curiosidade

Memphis Minnie era o nome artístico de Lizzie Douglas, guitarrista, vocalista e compositora de blues cuja carreira durou de meados dos anos 1920 até os anos 1950. Minnie aprendeu a tocar o banjo aos dez anos de idade, e a guitarra aos onze, época em que começou a se apresentar em festas – aos treze, ela fugiu da casa da família, em Walls, Mississipi, para tentar a vida como artista em Memphis. Ao longo da carreira, Minnie gravou cerca de 200 canções, sendo as mais conhecidas Bumble Bee, Nothing in Rambling e Me and My Chauffeur Blues.

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